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Programa
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| Sáb. dia 1 |
Dom. dia 2 |
10h - Início das Oficinas
13h - Almoço
15h - Oficinas
18h - Convívio
20h - Jantar
21h30 - Tertúlia/Convívio
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10h - Início das Oficinas
13h - Almoço
15h - Oficinas
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A Inscrição em 2 oficinas tem o custo de 22€ |
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Oficinas
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Serrote Musical |
Monitor: Toni das Gaitas

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Local: Escola Secundária Tomaz Pelayo
Duração: 1 dia (6h: 3h de manhã e 3h à tarde)
Datas: 1 e 2 de Março com limite de 16 pessoas por dia
Inscrição: 12.5€
Contacto: 917883031 – Napoleão Ribeiro
Objectivo: Pretende-se que os participantes entrem em contacto com o funcionamento mecânico do instrumento e com as técnicas utilizadas na sua execução.
Material: Cada pessoa deverá trazer um serrote das marcas "Bellota", "Avião" ou "Framada" com 70 cm (aprox.) de comprimento (disponível nas lojas de ferramenta) e um arco de violino ou violoncelo.
Caso não possua algum deste material deverá expor a situação à organização no acto da inscrição.
Data limite da inscrição: 28 de Fevereiro
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Construção de Aerofones |
Monitor: Carlos Guerreiro

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Local: Escola Secundária Tomaz Pelayo
Duração: 1 dia (6h: 3h de manhã e 3h à tarde)
Datas: 1 e 2 de Março com limite de 16 pessoas por dia
Inscrição: 12.5€
Contacto: 964682078 – Alexandre Lima
Objectivo: Noções acerca dos princípios da construção de aerofones (flautas, oboés, clarinetes, gaitas-de-fole, etc.). Os formandos deverão construir um aerofone.
Material a trazer pelos participantes:
cabaças,
radiografias velhas,
super cola 3 (ou outra marca)
10 rolhas de cortiça de vários tamanhos
as canas que conseguir
elásticos de escritório
... e mais tudo o resto que cada um queira levar para fazer experiências ou tentar realizar projectos que traga em mente.
Ferramentas a trazer pelos participantes:
Faca de alcatifa ou x-acto grande
Data limite da inscrição: 28 de Fevereiro
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Algumas notas biográficas de Carlos Guerreiro:
Carlos Guerreiro frequentou o curso de Educação pela Arte, no Conservatório de Lisboa e adquiriu experiência em formação de professores no domínio das Expressões: dramatização e construção de instrumentos. É professor de Educação Musical no Centro de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian e dedica-se à construção de vários instrumentos musicais tradicionais, seguindo os ensinamentos que recolheu junto de construtores populares e em museus. Para além destas actividades, Carlos Guerreiro, realiza trabalhos de recolha de música tradicional em diversos pontos do país, e concebe trabalhos musicais para peças de teatro, programas de televisão, cinema e publicidade. Desde 1975, Guerreiro tem participado em concertos, gravações, programas de rádio e televisão com José Afonso, José Mário Branco, Júlio Pereira, Pedro Caldeira Cabral, Fausto, Luís Cilia, Sérgio Godinho, "La Batalla", "Sétima Legião", Vitorino e Rui Veloso. Foi membro do "Grupo de Acção Cultural - Vozes na Luta"(GAC).
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Construção de Pandeiros Mirandeses
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Monitor: Paulo Meirinhos

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Local: Escola Secundária Tomaz Pelayo
Duração: 1 dia (6h: 3h de manhã e 3h à tarde)
Datas: 1 e 2 de Março com limite de 16 pessoas por dia
Inscrição: 15€
Contacto: 913354631 – Albino Guimarães
Objectivo: Os formandos deverão aprender a construir um pandeiro.
Material a trazer pelos participantes:
Serra de madeira
Transferidor
Fita métrica
Alicate
Tesoura
4 Grampos de aperto
Dedal
Caso não possua algum deste material deverá expor a situação à organização até dia 25 de Fevereiro.
A organização oferece os seguintes materiais: madeiras, peles, cola da madeira, fio de sapateiro e agulhas.
Data limite da inscrição: 28 de Fevereiro
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Os Pandeiros Mirandeses
O pandeiro/adufe sempre foi muito usado em Trás-os-Montes, principalmente na Terra de Miranda para o acompanhamento vocal. Em Miranda, o pandeiro adquiriu várias formas, como o atesta o livro “Instrumentos Musicais Populares Portugueses” de Ernesto Veiga de Oliveira (3ª Ed, pag.271). Estes instrumentos eram construídos em Duas Igrejas por Alfredo Ventura (avô de Paulo Meirinhos), um dos maiores tocadores de caixa da região e carpinteiro de profissão.
“O pandeiro é um membranofone de percussão directa de aro baixo e cujas peles são fixas, cosidas uma à outra sobre o aro. Eles aparecem associados à música vocal popular tradicional mais genuína – por vezes caracteristicamente arcaica.” (Instrumentos Musicais Populares Portugueses”, de Ernesto Veiga de Oliveira.
A construção destes pandeiros é totalmente manual e a técnica de costura das peles usada, confere-lhe uma grande resistência, uma vez que a extremidade das peles é enrolada uma sobre a outra e cosida, dando-lhe também um aspecto visual muito original e agradável.
Em alguns destes pandeiros são-lhe introduzidas cordas de tripa, tal como os antigos pandeiros Mirandeses, ou de nylon. Com este pormenor, consegue-se um som final mais brilhante e similar ao da caixa.
Os aros são cortados em madeira de pinho ou mesmo castanho, por ser mais leve e resistente; as uniões são coladas e fixadas com grampos de chapa, dando-lhe mais resistência e segurança. As peles são de cabrito ou cordeiro.
Retirado da página da Associação Gaita-de-Foles: http://gaitadefoles.net/noticias/pandeirocompipo.htm
Blog de Paulo Meirinhos acerca do Pandeiro Mirandês
http://pandeiromirandes.blogspot.com/2008/01/ls-aros-anglos.html
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Afinação de Gaita-de-fole |
Monitor: Miguel Costa

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Local: Escola Secundária Tomaz Pelayo
Duração: 1 dia (6h: 3h de manhã e 3h à tarde)
Datas: 1 e 2 de Março com limite de 12 pessoas por dia
Inscrição: 12.5€
Contacto: 962568471 – Ricardo Coelho
Objectivo: As pessoas deverão aprender a manusear as técnicas de afinação de palhetas e palhões da gaita-de-fole.
Material: Palhetas velhas (em maior n.º possível), 1 palheta nova, navalha bem afiada, linha de costura, vaselina/sebo e lixa fina.
Data limite da inscrição: 28 de Fevereiro
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Oficina de Manutenção de Percussões |
Monitores: Nuno Encarnação
Paulo Capela


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Local: Escola Secundária Tomaz Pelayo
Duração: 1 dia (3h de manhã e 3h de tarde)
Datas: 2 de Março com limite de 12 pessoas por dia
Inscrição: gratuito
Contacto: 919961958 - Ricardo Castro Lopes
Objectivo: Os participantes deverão aprender a montar e desmontar tambores de aros fixos por corda e debater ideias acerca da sua afinação.
Material: Percussões tradicionais para montar e desmontar (bombos, caixas, etc).
Data limite da inscrição: Sem data, aberto ao público.
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Oficina Infantil de Cabeçudos |
Monitores: Eduarda Silva

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Local: Escola Secundária Tomaz Pelayo
Duração: 2 dias (3h de manhã e 3h à tarde)
Datas: 1 e 2 de Março sem limite de inscrições
Inscrição: gratuito
Contacto: 916529608 - Susana
Objectivo: Os participantes deverão aprender a construir um cabeçudo.
Material: uma bata
Data limite da inscrição: Sem data, aberto ao público.
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Notas biográficas sobre Eduarda Silva :
Eduarda Silva fez formação artística especializando-se em Design de Comunicação o que lhe tem proporcionado a concepção de trabalhos com linguagens visuais distintas. Tem prestado serviço voluntário ao nível do grafismo em diversas áreas cooperando regularmente em projectos onde a sustentabilidade ambiental e a equidade são os princípios chave. Actualmente inicia uma nova etapa na sua carreira profissional criando e difundindo o Eco-Artesanato através duma linha de vestuário ecológico e do projecto reAGE que consiste na reutilização/manutenção de peças de vestuário. Paralelamente, promove oficinas infantis de pinturas faciais e reciclagem de materiais.
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